Flertando com o pop nordeste, THAIIS debuta primeiro single “Rede Elétrica”

A faixa, que tem a produção musical do pernambucano Barro, ganha um videoclipe e chega nas plataformas de streaming no próximo dia 06 de maio.

Um chamego, uma boa dose de regionalismo pernambucano e um pop moderno foi uma mistura que resultou em Rede Elétrica, trabalho de estreia da pernambucana de Floresta, THAIIS. O single, que tem a produção musical do conterrâneo Barro, chegou nas plataformas de streaming via selo Zelo e distribuição da Altafonte.

THAIIS, que é neta do sanfoneiro e forrozeiro, Agostinho do Acordeon, e sobrinha do também forrozeiro, Josildo Sá, traz em Rede Elétrica as influências das suas raízes no xote e mistura com elementos do pop pernambucano e o indie rock brasileiro trazendo uma ousada textura sonora. “A raiz identitária é muito forte e quis incluir no som que eu faço, que, mesmo com base pop, tem elementos regionais como o triângulo”, conceituou a artista.

Em tempos de grande pressão psicológica, a faixa soa bem aos ouvidos, instiga o balanço dos corpos e traz uma letra sutil. “Rede elétrica é sobre encontrar o amor e a combustão que isso causa na pessoa. A letra brinca com a comparação do choque entre duas pessoas e a energia que derruba uma rede elétrica”, explicou.

Rede Elétrica vem acompanhado de um videoclipe, que conta com a direção de arte idealizada por THAIIS, Will Souza e Matheus Cantarelli, esses últimos assinando também a produção.  Inspirados no mote: A REDE ELÉTRICA PIFOU, frase presente no single, o processo criativo incluiu a protagonização de objetos que poderiam ser usados durante uma queda de energia.

Sobre Thaiis

THAIIS nasceu em Floresta, sertão de Pernambuco, em 1 de março de 1993. Neta de sanfoneiro, sobrinha de cantores e rodeada por músicos de ambos os lados da família, não fugiu ao que parecia ser o próprio destino. Ganhou o primeiro teclado aos 5 anos, aprendeu a tocar violão aos 11, observando o pai, compôs a primeira música aos 12. Em 2021 a artista lança seu primeiro trabalho de estúdio, produzido por Barro, em que explora o amor em texturas sonoras ligadas ao pop e indie com forte influência de ritmos nordestinos, como o xote, em homenagem à própria identidade.

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